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Mostrando postagens de julho, 2022
Parece um redemoinho na minha cabeça. São tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo que a coisa mais lógica a se fazer, de acordo com a memória celular do meu corpo, é buscar qualquer coisa outra pra fazer, que silencie a farpinha, que me afaste de vir aqui escrever. Eu nem sei escrever. O que escrever, como escrever. Essa parada de deixar fluir, sentar e colocar o que vem à cabeça é uma farsa porque o que vem à cabeça é só uma lista de motivos pelos quais eu não deveria escrever. São tantas exigências que não existem em lugar algum, que me sinto obrigada a ter as linhas mais perfeitas do mundo escapando pelas pontas dos dedos sem nem mesmo ter o porquê. Só pelo habito da perfeição. Necessidade de não ter retoques. O bagulho é tão louco que um negócio que é só pra mim tem requisitos prévios. Assim funciona.  Já de cara, sem nunca antes ter tentado, exijo que o que vem daqui encontre ali os requintes de um clássico. Exijo bom vocábulo, rítmo elegante mas com um leve deboche moderno d...