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Mostrando postagens de agosto, 2022
É um domingo frio depois de um sábado também frio, chuviscoso e ocupado. Antes que eu pudesse ter uma ideia qualquer de que horas fossem, minha cabeça me fez acordar. Ou acorda ou fica lá, deitada, maçarocando esses pensamentos até a agonia não permitir mais a imobilidade do corpo. Levantei e vi a hora, 4h30. Caralho. Escovei os dentes, dei comida pros gatos, lavei a louça, fiz café pensando em como desbaratinar as ideias. Sonhei que ela me contou que todo dia antes de voltar pra casa, parava na rua pra fumar maconha. Me contava que queria experimentar mais drogas e que usou não sei o que não sei quando. Aí meu dá um nó na garganta. É coisa antiga isso de não me dar bem com drogas, mas a coisa é que não é que não gostava delas. Queria usar todas quando era adolescente. O problema é que não tinha acesso à elas, ou com quem usar, ou como pegar e enfim, ficava meio recalcada, acho, quando via outros usando. Mas daí isso mudou quando saí de casa e dava pra fumar todo dia. Comprar o estoque...